Na Assembleia, Dari Fronza cobrará manutenção preventiva de estradas e fiscalizará, de fato, contratos de obras

Evitar que rodovias, pontes e outras estruturas públicas cheguem ao ponto crítico antes de receber manutenção é uma das prioridades defendidas por Dari Fronza (PL) para a atuação na Assembleia Legislativa. Candidato a deputado estadual, ele propõe fortalecer a fiscalização sobre a infraestrutura estadual e cobrar planejamento de longo prazo para reduzir desperdícios e melhorar as ligações entre municípios e regiões.

Dari defende que o Governo do Estado mantenha programas contínuos de conservação das rodovias e pontes sob sua responsabilidade. Segundo ele, intervenções preventivas custam menos aos cofres públicos, aumentam a segurança dos usuários e evitam prejuízos maiores quando a deterioração avança.

“Esperar a estrada praticamente se perder para depois reconstruir custa mais caro para o Estado e para quem utiliza aquela via todos os dias. Manutenção precisa ser permanente e acontecer antes de o problema virar emergência”, afirma.

Outro ponto é estabelecer critérios mais transparentes para definir onde os recursos serão aplicados. Dari defende que fatores como fluxo de veículos, acesso a municípios e comunidades, importância econômica, transporte escolar e ligação com serviços de saúde sejam considerados na priorização das obras.

“Infraestrutura não pode ser definida apenas pela força política de uma região. É preciso identificar onde existe maior necessidade, onde uma obra reduz o isolamento e onde o investimento traz mais benefícios para a população”, destaca.

Na Assembleia, Dari pretende cobrar informações detalhadas sobre licitações, contratos, aditivos, cronogramas e andamento das obras estaduais. Para ele, o Legislativo deve agir antes que atrasos e problemas contratuais resultem em obras abandonadas ou custos adicionais para o Estado.

O candidato também chama atenção para as conexões entre as áreas rurais, as rodovias estaduais e os centros urbanos. Essas vias são fundamentais não apenas para o escoamento da produção, mas também para o deslocamento de estudantes, ambulâncias, trabalhadores e famílias.

“Uma ponte interditada ou uma estrada sem condições vai muito além de um problema de transporte. Pode impedir uma criança de chegar à escola, atrasar uma ambulância e aumentar o custo de quem precisa levar sua produção até a cidade. Infraestrutura precisa ser tratada como serviço essencial e fiscalizada de perto”, conclui.

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