Dari Fronza terá a educação como prioridade e propõe formação ligada às oportunidades regionais

Agenda do candidato a deputado estadual reúne estrutura escolar, transporte, combate à evasão e qualificação profissional para os jovens.

Escolas estruturadas, transporte seguro e formação conectada às oportunidades de trabalho estão entre as prioridades defendidas por Dari Fronza (PL). Candidato a deputado estadual, ele propõe uma atuação da Assembleia Legislativa voltada à fiscalização da rede de ensino, ao acompanhamento dos investimentos e à cobrança por resultados.

Dari pretende acompanhar as condições físicas das escolas, o transporte dos estudantes, a conectividade, a oferta de profissionais de apoio e a formação continuada dos professores. Também defende mecanismos estaduais de busca ativa para identificar rapidamente faltas recorrentes e casos de abandono escolar.

“A ausência frequente é um sinal de alerta. Pode indicar falta de transporte, dificuldade financeira, violência ou outros problemas. O Estado precisa identificar a causa e agir antes que o estudante abandone a escola”, afirma.

Para a juventude, o candidato defende a ampliação de cursos técnicos relacionados às vocações econômicas de cada região. A proposta é cobrar maior integração entre escolas, universidades, empresas e instituições de formação profissional.

Dari também pretende acompanhar políticas de primeiro emprego, inclusão digital e permanência estudantil. A atuação parlamentar deverá envolver projetos de lei, emendas ao orçamento, audiências públicas e fiscalização dos programas executados pelo Governo do Estado.

“O jovem precisa enxergar oportunidades na região onde vive. Educação e qualificação profissional não podem estar desconectadas da realidade econômica dos municípios”, declara.

Segundo Dari, a atuação da Assembleia não deve terminar com a aprovação das leis e do orçamento.

“A Assembleia não pode apenas votar o orçamento. Precisa fiscalizar se o recurso chegou à escola, se o transporte funciona, se os profissionais estão disponíveis e se a formação realmente abre portas para os jovens”, conclui.

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