Candidato a deputado estadual destaca importância de conhecer propostas e atribuições do cargo antes da escolha dos representantes do Tocantins.
A escolha para deputado estadual define quem participará diretamente da elaboração das leis estaduais, da discussão do orçamento e da fiscalização das ações do Governo do Tocantins. É nesse papel que Dari Fronza (PL) concentra as propostas apresentadas para uma eventual atuação na Assembleia Legislativa.
Às vésperas da votação de 4 de outubro, Dari afirma que o eleitor deve observar não apenas as promessas feitas durante a campanha, mas também se elas correspondem às atribuições do cargo disputado. O TSE recomenda que o eleitor busque informações sobre candidatos, propostas e partidos antes de definir o voto.
“Deputado estadual não é governador nem prefeito. É preciso saber o que ele pode fazer: propor leis, discutir o orçamento, fiscalizar o governo e cobrar resultados. É isso que também deve ser observado na hora da escolha”, afirma Dari.
Entre as propostas apresentadas por ele estão maior fiscalização sobre contratos e obras estaduais, acompanhamento dos gastos na saúde e educação, cobrança por estrutura para as forças de segurança, atenção às rodovias estaduais e ampliação da transparência sobre investimentos públicos.
Dari também defende que a Assembleia acompanhe de forma mais próxima a realidade dos municípios, especialmente nas áreas em que decisões tomadas pelo Governo do Estado produzem efeitos diretos sobre a população.
“Não adianta o recurso aparecer no orçamento e o serviço não chegar. O deputado precisa acompanhar escola, hospital, estrada, segurança e contratos para saber se aquilo que foi planejado realmente foi entregue”, afirma.
Outro eixo apresentado pelo candidato é o desenvolvimento regional. Dari defende que investimentos estaduais considerem as particularidades de cada região, com atenção à agricultura familiar, comércio, serviços, infraestrutura e geração de oportunidades no interior.
Para ele, a eleição também estabelece uma relação de fiscalização entre população e parlamentar. “O voto não termina na urna. Quem for escolhido precisa prestar contas, mostrar como votou, explicar suas posições e permitir que a população acompanhe o mandato”, conclui.



