Candidato a deputado federal defende que eleitor avalie propostas, capacidade de fiscalização e atuação sobre orçamento, leis e desenvolvimento do estado.
Com a aproximação das eleições de 4 de outubro, a escolha dos representantes para a Câmara dos Deputados ganha peso não apenas pela elaboração de leis, mas também pela influência do Congresso sobre o Orçamento da União e pela fiscalização do Governo Federal. Essas estão entre as principais atribuições de um deputado federal.
Maurício Buffon (PL) defende que a decisão do eleitor considere o que cada candidatura apresenta para o desenvolvimento do Tocantins, a forma como pretende atuar na fiscalização dos recursos públicos e a capacidade de transformar demandas do estado em propostas no Congresso.
“Na hora de escolher um deputado federal, é importante olhar além do nome e da campanha. É preciso conhecer as propostas, entender o que esse parlamentar poderá fazer em Brasília e cobrar compromisso com o Tocantins durante todo o mandato”, afirma Buffon.
Entre as pautas apresentadas pelo candidato estão investimentos em rodovias, ferrovias e hidrovias, ampliação da infraestrutura energética, fortalecimento do ensino técnico, atenção à saúde, segurança pública, simplificação de regras para quem produz e empreende e maior controle sobre a aplicação das emendas parlamentares.
Buffon também coloca a fiscalização do orçamento entre os eixos de sua proposta de atuação. Deputados federais participam da discussão e votação do Orçamento da União, podem apresentar emendas e fiscalizam a aplicação dos recursos federais.
“Representar o Tocantins significa acompanhar o recurso desde Brasília até a entrega. Não basta anunciar dinheiro. É preciso saber se a obra foi concluída, se o equipamento funciona e se o serviço chegou à população”, destaca.
Na área do desenvolvimento, Buffon defende ainda maior integração entre infraestrutura, produção, industrialização e geração de empregos. A proposta apresentada pelo candidato é ampliar a capacidade do Tocantins de agregar valor ao que produz e fortalecer sua ligação com os grandes mercados nacionais.
Para Buffon, o período eleitoral também deve servir para que a população compare o que cada candidatura pretende fazer dentro das competências do cargo. “O voto define quem terá voz na elaboração das leis, na fiscalização do governo e nas decisões sobre bilhões de reais do orçamento. É uma escolha que precisa ser acompanhada também depois da eleição”, afirma.



