Em meio a movimentações, senador destaca a importância da aliança com o PT e seu apoio incondicional ao presidente Lula.
Em um cenário político dinâmico e repleto de articulações, o senador Irajá (PSD) vem a público para esclarecer sua posição a respeito das movimentações em torno da formação da chapa do partido para o Senado da República. Com a convenção do PSD marcada para o próximo dia 20 de julho, o momento é considerado oportuno para discussões, testes de cenários, composições e sondagens que visam fortalecer a presença do partido nas eleições.
Irajá destaca que o recente anúncio da pré-candidatura ao Senado da líder comunitária e assistente social Ivanete Lima, feito com o apoio do presidente do partido, Gilberto Kassab, é um passo natural e estratégico. A inclusão de Ivanete na disputa é vista como uma ação que pode consolidar a força do PSD, não apenas nas eleições para o Senado, mas também em um possível governo, especialmente com o apoio do ex-governador Mauro Carlesse, que se colocou à disposição para uma das suplências.
Entretanto, o senador enfatiza que a aliança com o PT permanece firme e é considerada fundamental para o sucesso do projeto eleitoral. Irajá menciona que já estão em andamento diálogos formais para que uma das suplências seja ocupada por um indicado pelo PT, um movimento que, segundo ele, fortalecerá significativamente a candidatura majoritária do PSD.
Além disso, Irajá reiterou seu apoio incondicional à reeleição do presidente Lula, afirmando que a defesa do legado do líder petista é inegociável em sua trajetória política. “Permaneço leal e coerente às minhas convicções e aos valores que defendo há 15 anos na vida pública, integrando sempre o mesmo partido e defendendo, por convicção, o campo popular”, afirmou o senador.
Sob a liderança de Gilberto Kassab, Irajá expressa confiança na unidade e força do PSD para as convenções. Ele acredita que o partido conta com os melhores nomes e propostas para mudar os rumos do Tocantins e preservar os avanços sociais e econômicos alcançados durante o governo Lula.



